#2 - Olha a onda !!


Os amigos dele me olharam com um olhar de surpresa e em seguida olharam para a cara do Max que estava olhado para mim cheio de ódio e eu fazia o mesmo.

Max: Não vou bater em você porque eu sei que vai ser covardia, bater numa meninninha que nem você.
Eu: Você só não vai bater em mim porque tem medo de sair na porrada comigo e perder.
Max: -riu e os amigos dele também- Tá zoando né?

Olhei ele de cima a baixo e ele fez o mesmo comigo.

Max: Garota, vai pra casa vai -riu-
Eu: Eu vou pra onde eu estiver afim. E eu não tô afim de ir pra casa. Ta incomodado com a minha presensa? Então se manda. -falei séria-

Eu nem sei porque eu fiz isso. Eu nem sei se aguentaria uma porrada dele, mas eu já levei muitas e já aguentei muitas, levar porrada dele não ia ser lá essas coisas.
Depois de eu ter dito isso ele puxou meu cabelo pela marte da nuca e puxou minha cabeça para trás. Não tava doendo, então provoquei.

Eu: -sorri para ele olhando em seu olhos e disse- Quer  falar que eu me visto que nem homem e sou uma meninha, mas na hora de me pegar na porrada bati que nem uma moça.

Ele olhou no fundo dos meus olhos e me soltou. Ajeitei meu cabelo, peguei meu boné do chão, olhei para ele dei uma piscadinha de olhar um sorriso e fui para praça.
Quando tudo estava acontecendo seus amigos só olhavam espantados para nós. Não sabiam oque fazer. Confesso que esse garoto me tira do sério. PlayBoy é assim, fica se mostrando na frente dos amigos. Ele pode até se mostrar pros amigos, mas me esculaxar pra ficar bem com eles, isso comigo nunca.

Deu minha hora. Depois de ter ficado algumas horas ouvindo música sentada lá na praça eu decidi subir para comer alguma coisa. 
Cheguei em casa tomei uma banho, jantei me deu uma preguiça resolvi dormi.

3°Dia

Limpinha e de café tomado recebi um telefonema as 10hs da manhã.
Era a minha prima Carol me chamando para ir a praia. Como eu estava com o dia livre, aceitei e a Bea que não curte muito sair também aceitou.

Para irmos a praia tivemos que ir prmeiro para casa da Carol e de lá ir para praia, porque o ônibus só pasava em frente a casa dela.

Me vesti a caracter e esperei minha prima Bea se vestir também. Quando terminou, fomos para casa da Carol.
Na hora que passamos na rua não tinha nenhum garoto. AMÉM! Não queria dar de cara de novo com a quela peste.

[..] 

Chegamos na casa da Carol 12h50. Almoçamos e fomos para o ponto de ônibus espera-lo.
O ônibos demorou bastante. 
Dentro do ônibus eu avistei um garoto bem bonito, com olhos castanhos da cor de seu cabelo, que era liso e jogadinho. Não ligo muito para o corte de cabelo, mas cabelo jogadinho combinou bastante com ele. 

[..]
Depois de mais ou menos uma hora dentro do ônibus chegou nosso ponto. Descemos e logo em seguida o garoto bonito desceu também. 
Seguimos em direção a praia e o garoto também. Minhas primas estavam conversando mas eu não estava dando a mínima pro papo delas, eu estava atenta ao garoto.

Andamos, andamos, andamos e chegamos. Quando estávamos lá na praia o garoto se encontrou com mais um garoto e um homem. Eles foram para um lado da praia e minhas primas e eu fomos para o outro. Carol disse que iamos ficar no lado mais calmo de lá para não ter riscos de afogamento, então o garoto foi para o lado mais agitado, onde as ondas são mais fortes que é melhor para surfar. 
Andamos um pouco na areia até escolhermos um lugar proximo a água e estendemos as cangas.

Carol: Estão com fome?
Bea: Digamos que... MUUUUUITA!

-Caimos na gargalhada-

Eu: Eu também.
Carol: Então vou comprar uns sanduíches naturais para nós. Fiquem aí que eu já volto.
Eu e Bea: Ok! 

Minha prima estava responsável por nós então nós teriamos que nos comportar. Carol já é maior de idade. Ela já tem 21 anos. Nem parece muito, mas tem. E mesmo tendo desesseis anos e sendo ajuízadas, ela cuidava da gente como se fosse criança nesses momentos.

Logo veio a Carol com os sanduíches, 2 garrafinhas de suco e uma de refrigerante. Eu não bebo refrigerante porque tem muito gás e dá celulite, estria... E a Carol não bebe pelo mesmo motivo e estávamos com medo de passar mal lá também então o suco era a melhor opção.

Ficamos um bom tempo na areia. Já estava ficando estressada em aturar aquele sol escaudante sem ir na água uma única vez. Levantei e fui até a água, claro, depois de avisar a Carol onde eu ia.

Carol: Vai a onde?
Eu: Vou dar um mergulho.
Carol: Ok. Vai lá.

Me limpei jogando a areia toda que estava em mim nas cangas e saí andando. As meninas ficam aborrecidas, mas não era nada de mais. 

Carol: NINA! TOMA CUIDADO EM!

Ouvi mas iguinorei. Nem olhei para trás. Olhei o mar de longe. Estava realmente calmo. Tinha ondas, mas não eram tão fortes.
Fui até a água mergulhei e continuei andando para o fundo. Não sei nadar, mas fui assim mesmo. Fui até onde dava pé. A água estava acima do meu peito. Eu estava destraida quando veio uma onda e a pulei rápido pois levei um susto com ela e quando eu ia colocar meus pés no chão eu não cosegui mais. 
Quando a onda veio eu pulei e fui para um buraco, onde não dava pé, comecei a me afogar.
Me debati, gritei, mas não tinha quase ninguém na praia e meu grito não estava saindo alto por causa do meu desespero. Fiquei muito tempo me afogando, engolindo água salgada. Não aguentei e comecei a sentir fraquesa, comecei a ver tudo escurecer...

[...]

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